Gestão compartilhada na FMF pode trazer problemas ao futebol brasileiro
Em pronunciou oficial, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), disse ter recebido um comunicado recente da FIFA sobre a necessidade da manutenção das entidades esportivas em todo o país e reforçou que interferências podem trazer problemas ao futebol brasileiro.
No mesmo documento, o órgão máximo do futebol brasileiro citou exemplo da Nigéria e Kuwait, que já teriam recebidos punições da Fifa por interferências externas. No Kuwait– Federação teria sido suspensa após ingerência do governo enquanto na Nigéria as decisões de tribunais interferiram na gestão esportiva.
A CBF argumenta que permitir que alguém de fora do sistema do futebol dívida a administração da FMF e que possa ser interpretado como uma interferência indevida. Isso poderia gerar punições tanto internas quanto internacionais, que vão desde restrições administrativas até a possibilidade de suspensão da CBF como membro da FIFA.A CBF confirmou que participará, por videoconferência, da audiência marcada para o dia 16 de março onde vai ser definido o futuro administrativo da Federação Maranhense de Futebol (FMF).
A entidade maranhense passa por uma gestão compartilhada entre a interventora judicial Suzan Lucena e de um representante indicado pela própria Confederação. Esse modelo de gestão foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flavio Dino até que novas eleições sejam realizadas. Suzan Lucena assumiu a FMF no ano passado, depois que o juiz Douglas de Melo Martins da Vara de Interesse Difusos e Coletivos de São Luís determinou o afastamento do ex-presidente Antônio Américo e toda cúpula da entidade esportiva, por suposta falta de transparência na administração do órgão.
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