As carretas do programa Agora Tem Especialistas já realizaram mais de 41 mil procedimentos no Maranhão. As unidades móveis atenderam 14,7 mil pessoas em 13 municípios, oferecendo consultas, exames e cirurgias especializadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, quatro carretas estão em funcionamento no estado. Duas são voltadas à Saúde da Mulher, instaladas em Pinheiro e Pedreiras; uma oferece exames de imagem, em Balsas; e outra é especializada em oftalmologia, em São Bernardo.
Ao todo, 13 municípios maranhenses já receberam as unidades móveis: Alcântara, Balsas, Caxias, Dom Pedro, Imperatriz, Parnarama, Pinheiro, Santa Inês, São Bernardo, São João dos Patos, São José de Ribamar, São Luís e Viana.
Mais de 1 milhão de procedimentos no país
Em todo o Brasil, as 120 carretas do programa já ultrapassaram 1 milhão de procedimentos, beneficiando 410 mil pessoas em 4.290 municípios.
As unidades estão distribuídas em 63 carretas de Saúde da Mulher, 42 de exames de imagem e 15 de oftalmologia. A previsão do Ministério da Saúde é chegar a 150 unidades móveis até o fim do ano.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a estratégia busca aproximar os serviços especializados da população e reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
“Quando levamos uma carreta para uma cidade, estamos levando o atendimento para mais perto de quem precisa e enfrentando diretamente a espera por consultas, exames e cirurgias”, afirmou.
Filas zeradas
De acordo com o Ministério da Saúde, o programa já contribuiu para zerar mais de 170 filas de procedimentos em 88 municípios de 22 estados.
No Maranhão, houve redução da demanda represada para tomografias, com filas zeradas em São José de Ribamar e São Luís.
Entre os procedimentos realizados pelas unidades em todo o país estão mais de 110 mil tomografias e 80 mil cirurgias de catarata.
Na área de Saúde da Mulher, as carretas oferecem mamografias, ultrassonografias e outros procedimentos voltados à investigação de alterações relacionadas aos cânceres de mama e do colo do útero.
Os atendimentos são gratuitos e destinados a pacientes do SUS, que precisam ser encaminhados e agendados pela rede pública de saúde. As unidades móveis podem ser direcionadas para municípios e regiões que apresentam maior demanda por serviços especializados.






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