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Dois são condenados a 17 anos por matar taxista em Imperatriz

Dois são condenados a 17 anos por matar taxista em Imperatriz
Crédito: Arquivo/Reprodução

Dois homens foram condenados a 17 anos de prisão pelo assassinato do taxista José Enilso Queiroz Cunha, conhecido como Baixinho, morto a tiros em 11 de julho de 2017, no bairro Bacuri, em Imperatriz. A sentença foi publicada nesta terça-feira (2) após julgamento realizado pelo Tribunal do Júri da comarca.

Os réus Paulo Gilson Matias de Melo e Manoel Aroldo Castro Oliveira foram condenados por homicídio qualificado. Os jurados reconheceram que o crime foi cometido mediante promessa de recompensa e com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, que estava desarmada quando foi surpreendida pelos disparos.

De acordo com as investigações, o assassinato foi encomendado por R$ 5 mil, além do fornecimento da arma e da motocicleta utilizadas na ação. Manoel Aroldo teria intermediado a contratação de Paulo Gilson, apontado como executor do crime.

Ainda segundo a investigação, Francisco Pereira da Costa Filho participou do caso ao eliminar uma mídia digital que registrava a negociação do homicídio. Ele teve a responsabilidade criminal reconhecida por fraude processual e recebeu pena convertida em prestação pecuniária equivalente a três salários mínimos.

O pai de Francisco, apontado como mandante do crime, morreu durante o andamento do processo, o que resultou na extinção da punibilidade.

José Enilso, de 42 anos, foi morto na porta de casa após chegar do trabalho. Inicialmente, a polícia investigou a possibilidade de latrocínio, mas a hipótese foi descartada porque nenhum pertence da vítima foi levado. As investigações concluíram que o crime teve características de execução.

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