Um homem de 32 anos, identificado pelas iniciais J.E.C.V., foi preso pela 18ª Delegacia Regional de Timon, no Maranhão. Ele era foragido da Justiça e havia sido condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato de um comparsa, cometido em 2017.
Segundo o delegado Cláudio Mendes, o homem também é investigado por outros crimes e, mesmo procurado, continuava atuando na região, sendo apontado como envolvido em assaltos e um sequestro.
A prisão foi realizada pela Divisão de Inteligência após os policiais localizarem o imóvel onde o suspeito estava escondido. O local era formado por várias quitinetes e possuía câmeras de monitoramento instaladas pelo próprio investigado.
Ao perceber a chegada dos policiais pelas câmeras, ele tentou fugir. O homem correu para o terraço e tentou escapar pulando um muro. Durante a fuga, caiu sobre bicicletas que estavam no corredor e, na sequência, sofreu uma fratura exposta na perna ao tentar saltar outro muro.
Mesmo ferido, o suspeito resistiu à prisão, sendo necessário o uso de spray de pimenta para contê-lo. Ele foi encaminhado para atendimento médico e, posteriormente, ficou à disposição da Justiça.
Durante a operação, os policiais apreenderam quatro armas de fogo, munições, drogas, um simulacro de arma, celulares e uma balança de precisão.
Assassinato de comparsa
De acordo com a Polícia Civil, em 2017, J.E.C.V. e outros dois integrantes de um grupo criminoso mataram um homem a tiros e golpes de faca. Depois, o corpo foi abandonado em uma área de matagal.
Pelo crime, o suspeito foi condenado em 2024 a 12 anos de prisão.
Suspeita de participação em sequestro
Ainda conforme a polícia, em 2025, o homem também teria participado do sequestro de uma mulher que seria executada após ser submetida ao chamado “tribunal do crime”.
Segundo o delegado, o suspeito e outros três integrantes do grupo criminoso levaram a vítima para o local onde seria executada. No entanto, a chegada de uma equipe da Polícia Militar, que realizava rondas na região, assustou os criminosos e permitiu que a mulher conseguisse fugir.
As investigações continuam para esclarecer a participação do preso em outros crimes.






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