O maranhense Adevaldo Rocha, natural de Estreito, perdeu parte de um dos braços durante um combate na guerra entre Rússia e Ucrânia. Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (15), ele informou que também sofreu ferimentos por estilhaços em diferentes partes do corpo e está internado em um hospital militar ucraniano.
Adevaldo viajou para a Europa em julho de 2026 para integrar a Legião Internacional, formada por voluntários que atuam ao lado das forças da Ucrânia.
Segundo relatos divulgados sobre o caso, ele participava de uma operação na linha de frente quando a posição ocupada pelo grupo foi atingida por disparos de artilharia pesada.
O ataque teria atingido seis voluntários. Conforme esses relatos, apenas Adevaldo e outro integrante teriam sobrevivido.
Na publicação, o maranhense procurou tranquilizar familiares e amigos, agradeceu pelas orações e afirmou que recebe os cuidados necessários. Ele permanece em recuperação.
Entre os maranhenses atingidos pela guerra está Leotan Vieira Abreu, de Imperatriz, cuja morte em combate foi comunicada à família. Morador do povoado Lagoa Verde, ele também havia viajado para a Ucrânia em julho deste ano, após deixar o trabalho como motorista.
Outro caso é o de Mateus Sandyel da Costa Campos, de 24 anos, natural de Açailândia. A mãe relatou ter recebido a notícia da morte por brasileiros que atuavam com ele no conflito. Segundo a família, o corpo estaria em uma área de risco sob controle russo. O Itamaraty informou prestar assistência consular, mas não confirmou oficialmente a morte.
Também de Imperatriz, Rafael Paixão ficou gravemente ferido em 2025, após pisar em uma mina terrestre durante uma missão na Ucrânia. Ele sobreviveu, mas precisou amputar parte da perna esquerda.






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