O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai decidir, no próximo dia 16 de junho, se o prefeito de Turilândia, José Paulo Dantas Silva Neto, conhecido como Paulo Curió, e a vice-prefeita Tânya Karla Cardoso Mendes Mendonça permanecerão afastados dos cargos.
A análise ocorre após decisão que revogou as prisões preventivas de investigados no caso, mas manteve medidas cautelares, incluindo o afastamento das funções públicas. Na prática, o tribunal decidirá se os gestores poderão retornar à administração municipal.
O caso apura um suposto esquema de corrupção e desvio de R$ 56 milhões dos cofres públicos de Turilândia, com investigações sobre crimes como organização criminosa, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e desvio de verbas públicas.
No último dia 11 de maio, a Justiça do Maranhão revogou a prisão preventiva de Paulo Curió e de outros investigados. Segundo a decisão, a conclusão da fase de investigação e a intervenção estadual no município reduziram os riscos que justificavam a manutenção das prisões.
Apesar disso, seguem válidas as medidas cautelares impostas aos investigados até nova deliberação judicial.
Atualmente, a prefeitura está sob intervenção, comandada pelo defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macêdo, nome aprovado para conduzir temporariamente a gestão municipal. A intervenção tem prazo inicial de 180 dias e foi determinada para restabelecer a normalidade administrativa e garantir o funcionamento dos serviços públicos.






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