Motoristas, pedestres e usuários do transporte público enfrentam dificuldades diárias no trecho urbano da BR-135, principal acesso à Grande Ilha de São Luís, que apresenta problemas como buracos na pista, mato alto, iluminação precária e sinalização desgastada.
A situação chama atenção em meio aos transtornos causados pela interdição da Ponte do Estreito dos Mosquitos, uma das principais ligações entre a capital maranhense e o continente. Além dos impactos no trânsito, quem chega a São Luís encontra canteiros sem manutenção, acostamentos comprometidos e paradas de ônibus tomadas pela vegetação.
Em alguns trechos, o matagal já encobre parte das estruturas destinadas aos passageiros. Em uma das paradas localizadas na entrada da capital, a vegetação cresceu tanto que a estrutura praticamente desapareceu da paisagem.
Quem precisa utilizar o transporte coletivo é obrigado a aguardar os ônibus próximo à pista, dividindo espaço com caminhões e outros veículos de grande porte que circulam diariamente pela rodovia. A situação aumenta os riscos de acidentes e expõe passageiros a condições inseguras.
Outro problema é a situação das faixas de pedestres, que em diversos pontos estão praticamente apagadas. Durante a noite, a falta de iluminação adequada também compromete a segurança de quem precisa atravessar a via ou caminhar às margens da rodovia.
A responsabilidade pela manutenção da BR-135 no perímetro urbano de São Luís é compartilhada entre diferentes esferas do poder público. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é responsável pela infraestrutura da rodovia, incluindo pavimentação, sinalização rodoviária, conservação dos canteiros e obras estruturais.
Já a Prefeitura de São Luís, por meio dos órgãos municipais, responde pela gestão do trânsito, fiscalização, organização do fluxo de veículos e pelos serviços de iluminação pública ao longo do trecho urbano.






Comentarios
Participe desta conversaUltimos comentarios
Ainda nao ha comentarios aprovados para esta materia.