As campanhas dos sete candidatos ao Governo do Maranhão nas eleições de 2026 somaram quase R$ 20 milhões em despesas declaradas à Justiça Eleitoral. A maior parte dos recursos veio do fundo eleitoral. O prazo para a entrega das contas terminou na terça-feira (3).
Orleans Brandão (MDB) declarou R$ 7,9 milhões em despesas e R$ 5,3 milhões em receitas. A prestação de contas também registra cerca de R$ 2,7 milhões em dívidas de campanha.
O governador eleito, Eduardo Braide (PSD), foi quem mais arrecadou, com mais de R$ 8 milhões. Mais de 90% dos recursos vieram do partido. As despesas declaradas somaram R$ 7,5 milhões.
Cerca de 90% da receita de Felipe Camarão veio do PT. Na campanha de Roberto Rocha, o fundo eleitoral respondeu por cerca de 35% da arrecadação, enquanto as doações foram a principal fonte de recursos.
A previsão é que o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) comece a julgar as prestações de contas na próxima semana. As contas dos eleitos precisam ser julgadas antes da diplomação, marcada para 17 de dezembro.
Quanto os candidatos declararam
- Orleans Brandão (MDB) – R$ 5,3 milhões em receitas e R$ 7,9 milhões em despesas.
- Eduardo Braide (PSD) – R$ 8 milhões em receitas e R$ 7,5 milhões em despesas.
- Felipe Camarão (PT) – R$ 3,75 milhões em receitas e R$ 3,6 milhões em despesas.
- Roberto Rocha (PRTB) – R$ 860 mil em receitas e R$ 860 mil em despesas.
- André Luís (Missão) – R$ 104 mil em receitas e R$ 104 mil em despesas.
- Reginaldo Lima (PCB) – R$ 12,5 mil em receitas e R$ 8,9 mil em despesas.
- Dimas Camissiro (PCO) – R$ 337 em receitas, sem despesas registradas.






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