A economia do Maranhão cresceu 3,1% no segundo trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. O resultado ficou acima das médias do Nordeste, de 2,6%, e do Brasil, de 2%, segundo levantamento do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), divulgado nesta terça-feira (13).
O desempenho foi impulsionado principalmente pela agropecuária, que avançou 9,1%, e pela indústria, com crescimento de 6,8%. Os dois setores tiveram resultados superiores aos registrados no país e na região Nordeste.
Na agropecuária, a expansão foi favorecida pela colheita de grãos, com destaque para sorgo, algodão, feijão e milho, além de tomate e amendoim.
A indústria também apresentou resultados positivos em diferentes atividades. No acumulado do ano, até o segundo trimestre, cresceram as indústrias de transformação (15,2%), os segmentos de água, esgoto e energia (15,1%), as indústrias extrativas (10,6%) e a construção (5,6%).
Já o setor de serviços cresceu 1,3%, abaixo das médias do Nordeste (2,4%) e do Brasil (1,5%). Entre as atividades com melhor desempenho no Maranhão estão finanças e outros serviços, ambas com alta de 3,8%, além das atividades imobiliárias (2,7%) e do comércio (2,4%).
Apesar do crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, a economia maranhense avançou 0,2% na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2026, resultado inferior ao do Nordeste (0,7%) e ao do Brasil (0,5%).
No acumulado do ano, o Maranhão registrou crescimento de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados integram a publicação PIB Trimestral do Maranhão, disponível no site do Imesc.






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